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autor desconhecido

Você chega como quem não quer nada,
senta-se, acomoda-se para poder apreciar
o ir e vir das ondas.  Seja lua ou seja sereno,
seja vento ou seja veleiro, seja sereia
ou seja marinheiro.
Aquela composição lhe faz esticar os dedos e
com a palma da mão sentir os grãos, com um gesto
possessivo e instintivo os dedos se retraem e os
grãos se vão, de nada adianta esforços para tentar
mudar certas coisas na vida, querer mudar o outro
é querer aprisionar o tempo em uma ampulheta.O tempo
sim é sábio, este não tem instintos, nem tão pouco o
tato, mas tem o poder de esperar o, seu mesmo, tempo
que for, pelo que quer que seja, inclusive o mudar.

texto: Bruno Pavão

foto: autor desconhecido

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One Comment

  1. Espero que o tempo me traga as mudanças e lhe traga tbém, só com o tentar e o mudar.
    Mudar o sentimento ruim q nos aprisiona em um estado triste que nao nos consola.
    Mudar onde falhamos pois éramos 2, éramos 1, apenas…
    No vai e vem do mar junto com os gestos e o sentir da brisa, do beijo, do abraço… chega a maré baixa e deixa saudades. Leva o marinheiro, leva meu coraçao.
    Traz de volta minha emoçao, pois sem essa nao posso enxergar o brilho da lua.
    A ampulheta aperta meu coraçao…


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